terça-feira, 17 de novembro de 2009

"Cidade dos Mascarados" na 14° Mostra Internacional do Filme Etnográfico

O Documentário de curta-metragem, "Cidade dos Mascarados", acaba de ser selecionado para a 14° Mostra Internacional do Filme Etnográfico.


Link da programação do evento:

Conheça o BLOG do curta "CIDADE DOS MASCARADOS"

Acaba de entrar no ar o blog do documentário de curta-metragem "Cidade dos Mascarados", produzido pela Draco Imagens.

No link abaixo está disponível o trailer do filme.
http://cidadedosmascarados.blogspot.com/


sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Draco website is bilingual now !

visite at www.dracoimagens.com and know the english version of our web site !

"Plano Geral" at the Internacional Pilot´s TV show Festival.

Pilot TV show "Plano Geral" from Draco Imagens selected to the Internacional Pilot´s TV show festival at Rio de Janeiro.

Draco Imagens at the MICOMP in CANNEs

With its distribuition partner in France, Draco Imagens sends its audiovisual content to MICOMP in Cannes, an event to sell audiovisual products to distribuition.

Draco na mostra da IETV

Piloto da Draco Imagens "Plano Geral" na mostra internacional de Pilotos de Televisão do IETV.

DRACO Na Micomp em Cannes

Draco imagens participa da feira MiCOMP em Cannes, através de parceira francesa, para venda de conteúdo para Televisão.

terça-feira, 20 de outubro de 2009

Colômbia achando espaço no mercado internacional de televisão

Não é fácil resolver a última ponta do cinema no Brasil, a distribuição. Talvez a parte do processo que mais necessite de recursos, já que necessita que grandes verbas sejam gastam em publicidade, o cinema encontra ainda dificuldades em ter diversas cópias (já que cópias em película são muito caras) e o reduzido número de salas de cinema no Brasil (na última contagem 2278 salas.). Dessas quantas tem a projeção digital ?

A televisão poderia servir como canal e suporte para essa tão almejada distribuição, parece que isso é conversa antiga se pensarmos em novas mídias, mas sabemos que em um primeiro momento as classes menos privilegiadas ficam alijadas dos processos tecnológicos e são essas classes que vem impulsionando o crescimento do consumo no Brasil.

Fora isso sessão de cinema em Televisão passa em sua maioria filme estrangeiro, mesmo que bancadas por grandes bancos públicos como é o caso da sessão Caixa de cinema no canal TNT. Seria a TV uma via alternativa onde esses produtos encontrariam uma via de escape, cumprindo sua função de chegar ao mercado e alcançando a tão desejada sustentabilidade, escapando paulatinamente da necessidade absoluta do suporte do governo e de patrocinadores estatais e privados.

Claro que hoje é inviável imaginar a indústria da cultura no Brasil independente e auto-sustentável, muito menos o cinema. E é também indiscutível que a indústria da cultura é uma poderosa geradora de emprego e renda quando bem administrada. Ou seja, quando consegue atingir o última ponta do processo, a distribuição, que devolve recursos para que se inicie a produção de outros filmes, como um investimento que trás retorno.

É claro que só vai daro devido retorno quando atingirmos a ponta da distribuição. Qualquer outro país da américa do Sul leva uma enorme vantagem sobre nós, isolados pela lingua. A Colômbia tem chamado atenção e o interesse de gigantes norte americanos e europeus, A Disney e MTV tem bases no país, a Fox já opera com a Fox-teleclombia, A Sony tem parceria com o bem sucedido produtor TELEST, A NBC telemundo já comprou grande parte do RTI.

Claro que esses canais tem seu interesse na programação e na maneira de disseminá-la, pensando na experiência brasileira , na PL 29/2007, por exemplo, que ainda tramita, tendo seu texto modificado constantemente, e que trata da obrigatoriedade em TVs à cabo e atinge também a internet quando o conteúdo acessado for pago, essa é uma maneira de criar distribuição para esse enorme contingente de conteúdo que não encontra espaço de disseminação no Brasil, e isso não tem nenhuma relação com a programação de TV aberta, desenhos e animações nacionais são comprados por países e canais no exterior e fazem enorme sucesso. Passam no Brasil e as pessoas desconhecem sua procedência, vantagem da animação que pode ser dublada.

Quando se falaem cotas por lei à TV paga, que até campanha já fez contra o projeto de lei, e que permanece em uma repetição sem fim de episódios de siticom e filmes, muitas pessoas se opoe, por que as distribuidoras de TV, que não são produtoras de conteúdo apenas redistribuem, tem bala na agulha para fazer campanhas milhionárias. É claro que se colocam contra por que quando compram produções estrangeiras, essas já saem de seu país pagas, e vem aqui para apenas lucro.

Enquanto isso, uma indústria milionária (por que não dizer bilionária) em um país que tem muito à dizer e a ganhar com isso, Nosso cinema té pouco tempo sofria preconceito dos espectadores, e em 2008 "meu nome não é johnny" bateu até Rambo nas bilheterias, está sendo sufocada na sua ponta de saída, a distribuição. Podemos dizer que hoje nossa produção audiovisual sofre do efeito funil, muito é feito, pouco é visto, e isso não tem nenhuma relação com a programação da TV aberta.

OBS: A PL 29 volta a ser apresentada na segunda quinzena de outubro.

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

Irará

An old Lady left her hometown 65 years ago and never came back. This documentary is about her life, important places and moments of her existence. Directed by her granddaughter, this movie is classified as “family movie”. After the death of the protagonist, the movie got stronger, keeping her individual memory in a universal way. In edition’s status, soon available for premier.

terça-feira, 15 de setembro de 2009

Como fazer um filme em Paris

O documentário "Como fazer um filme em Paris", será finalizado em novembro. Através de entrevistas com representantes de diversas áreas e visitas a locais relacionados ao tema, o filme busca desvendar os caminhos de uma indústria cinematográfica que dá certo. Longe de se parecer com Hollywood, a indústria do cinema francês é autoral e sua regulamentação e formas de distribuição vêem buscando uma democratização da produção. Dentre os entrevistados, Guillaume Moskvich, diretor do documentário de longa metragem, Belzec; Michel Marie e Kristian Feigelson, ambos professores da Sorbone e autores de diversos livros sobre o tema, Diana-Odile Lestage, assessora de imprensa do Forum des Image, Michel Gomez, diretor do Mission Cinema Film Commission, além de encontros com realizadores de curta de ficção, alunos de cinema da Sorbobe, entre outros. Traçamos um mapa de como se faz um filme em Paris. Abaixo, o trailer do documentário.


How to make a film in Paris

The documentary “How to make a movie in Paris” will be finished in november. Interviews with important person on the French movie industry, and visits trough interesting places. The film tries to show the ways of a movie industry that works. Far from been like Hollywood, the French movie industry is personal and its regulamentation and distribuition forms seek for a democratic movie production. Among others interviewers, there are: Guillaume Moskvich, director of the long documentary “Belzec”, Michel Marie e Kristian Feigelson, both Sorbone’s professors and author for many books related to cinema’s theories, Diana-Odile Lestage, press assessorship from the Forum des Image, Michel Gomez, head-director of the Mission Cinema Film Commission, plus meetings with short fiction movies directors, Sorbone’s students and much more. We draw a map on how to make a movie in Paris. Below, the documentary trailer.

terça-feira, 8 de setembro de 2009

Draco and the 26 Doc's

Draco is about to iniciate two documentaries productions, "YIÁ" and "A jangada voltou só". The first one, directed by Emanuela Yglesias, is about the oral transmition of the African culture trough generations by the feminine leaderships from Recôncavo, one of the richest cultural areas of the estate. The other one seeks to register the damages done by the urbanization of the city of Salvador on the traditional communities of fisherman, all along the coast, directed by Fabrício Rodrigues.

Draco e os 26 DOC's

"YIÁ" e "A jangada voltou só", dois documentários da Draco Imagens contemplados no edital do Fundo de Cultura e IRDEB "26 Doc's". Em breve a equipe iniciará as atividades para a produção desses dois dos'c que serão veiculados na TVE. A partir de um projeto de representação da cultura baiana, o IRDEB propôs uma série de documentários cuja temática estará relacionada a cada uma das regiões de identidade do estado da Bahia. O primeiro doc, dirigido por Emanuela Yglesias, irá abordar a transmissão oral da cultura de matriz africana a partir das lideranças femininas na região do Recôncavo. O segundo buscará registrar os danos causados pela urbanização caótica da cidade de Salvador sobre uma profissão em extinção, a pesca artesanal, dirigido por Fabrício Rodrigues. Não percam, em breve esses dois lançamentos.

quarta-feira, 29 de julho de 2009

sexta-feira, 26 de junho de 2009

Exposição Virtual - VOL - Paris, maio de 2009

Ensaio fotográfico feito em Paris pelas fotógrafas Marina Torreão e Emanuela Yglesias. Como um vôo, imagens tiradas rapidamente, com a câmera no pescoço, apontada para o céu. Sem que percebam, instantes inusitados e enquadramentos inesperados da cidade luz.















Dcumentário Irará



O retorno de uma senhora de 84 anos à sua cidade natal após 65 anos sem voltar. Acompanha a jornada dessa mulher ainda pela escola de sua infância, a igreja de seu casamento e os locais mais marcantes de sua trajetória. Dirigido por sua neta, o filme se categoriza no que os franceses costumam denominar como “filme de família”. Após o falecimento da protagonista, ganhou força na mantenencia de uma memória individual, encontrá-la em seu percurso, reconhecê-la em sua imagem. Em fase de finalização, brevemente estará disponível para lançamento.


Draco em Paris



Em maio de 2009, a Draco Imagens visitou Paris para a filmagem do seu novo documentário, “Como fazer um filme em Paris”. Através de entrevistas com representantes de diversas áreas e visitas a locais relacionados ao tema, o filme busca desvendar os caminhos de uma indústria cinematográfica que dá certo. Longe de se parecer com Hollywood, a indústria do cinema francês é autoral e sua regulamentação e formas de distribuição vêem buscando uma democratização da produção. Entre o Forum des Image, Mission Cinema Film Commission, encontro com realizadores de ficção e documentário, professores e estudantes de cinema de Sorbone e representantes de empresas patrocinadoras, traçamos um mapa de como se faz um filme em Paris. Não perca, brevemente, o lançamento deste documentário.