sexta-feira, 30 de outubro de 2009
Draco website is bilingual now !
"Plano Geral" at the Internacional Pilot´s TV show Festival.
Draco Imagens at the MICOMP in CANNEs
Draco na mostra da IETV
DRACO Na Micomp em Cannes
terça-feira, 20 de outubro de 2009
Colômbia achando espaço no mercado internacional de televisão
É claro que só vai daro devido retorno quando atingirmos a ponta da distribuição. Qualquer outro país da américa do Sul leva uma enorme vantagem sobre nós, isolados pela lingua. A Colômbia tem chamado atenção e o interesse de gigantes norte americanos e europeus, A Disney e MTV tem bases no país, a Fox já opera com a Fox-teleclombia, A Sony tem parceria com o bem sucedido produtor TELEST, A NBC telemundo já comprou grande parte do RTI.
Claro que esses canais tem seu interesse na programação e na maneira de disseminá-la, pensando na experiência brasileira , na PL 29/2007, por exemplo, que ainda tramita, tendo seu texto modificado constantemente, e que trata da obrigatoriedade em TVs à cabo e atinge também a internet quando o conteúdo acessado for pago, essa é uma maneira de criar distribuição para esse enorme contingente de conteúdo que não encontra espaço de disseminação no Brasil, e isso não tem nenhuma relação com a programação de TV aberta, desenhos e animações nacionais são comprados por países e canais no exterior e fazem enorme sucesso. Passam no Brasil e as pessoas desconhecem sua procedência, vantagem da animação que pode ser dublada.
Quando se falaem cotas por lei à TV paga, que até campanha já fez contra o projeto de lei, e que permanece em uma repetição sem fim de episódios de siticom e filmes, muitas pessoas se opoe, por que as distribuidoras de TV, que não são produtoras de conteúdo apenas redistribuem, tem bala na agulha para fazer campanhas milhionárias. É claro que se colocam contra por que quando compram produções estrangeiras, essas já saem de seu país pagas, e vem aqui para apenas lucro.
Enquanto isso, uma indústria milionária (por que não dizer bilionária) em um país que tem muito à dizer e a ganhar com isso, Nosso cinema té pouco tempo sofria preconceito dos espectadores, e em 2008 "meu nome não é johnny" bateu até Rambo nas bilheterias, está sendo sufocada na sua ponta de saída, a distribuição. Podemos dizer que hoje nossa produção audiovisual sofre do efeito funil, muito é feito, pouco é visto, e isso não tem nenhuma relação com a programação da TV aberta.
OBS: A PL 29 volta a ser apresentada na segunda quinzena de outubro.
