sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Draco website is bilingual now !

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"Plano Geral" at the Internacional Pilot´s TV show Festival.

Pilot TV show "Plano Geral" from Draco Imagens selected to the Internacional Pilot´s TV show festival at Rio de Janeiro.

Draco Imagens at the MICOMP in CANNEs

With its distribuition partner in France, Draco Imagens sends its audiovisual content to MICOMP in Cannes, an event to sell audiovisual products to distribuition.

Draco na mostra da IETV

Piloto da Draco Imagens "Plano Geral" na mostra internacional de Pilotos de Televisão do IETV.

DRACO Na Micomp em Cannes

Draco imagens participa da feira MiCOMP em Cannes, através de parceira francesa, para venda de conteúdo para Televisão.

terça-feira, 20 de outubro de 2009

Colômbia achando espaço no mercado internacional de televisão

Não é fácil resolver a última ponta do cinema no Brasil, a distribuição. Talvez a parte do processo que mais necessite de recursos, já que necessita que grandes verbas sejam gastam em publicidade, o cinema encontra ainda dificuldades em ter diversas cópias (já que cópias em película são muito caras) e o reduzido número de salas de cinema no Brasil (na última contagem 2278 salas.). Dessas quantas tem a projeção digital ?

A televisão poderia servir como canal e suporte para essa tão almejada distribuição, parece que isso é conversa antiga se pensarmos em novas mídias, mas sabemos que em um primeiro momento as classes menos privilegiadas ficam alijadas dos processos tecnológicos e são essas classes que vem impulsionando o crescimento do consumo no Brasil.

Fora isso sessão de cinema em Televisão passa em sua maioria filme estrangeiro, mesmo que bancadas por grandes bancos públicos como é o caso da sessão Caixa de cinema no canal TNT. Seria a TV uma via alternativa onde esses produtos encontrariam uma via de escape, cumprindo sua função de chegar ao mercado e alcançando a tão desejada sustentabilidade, escapando paulatinamente da necessidade absoluta do suporte do governo e de patrocinadores estatais e privados.

Claro que hoje é inviável imaginar a indústria da cultura no Brasil independente e auto-sustentável, muito menos o cinema. E é também indiscutível que a indústria da cultura é uma poderosa geradora de emprego e renda quando bem administrada. Ou seja, quando consegue atingir o última ponta do processo, a distribuição, que devolve recursos para que se inicie a produção de outros filmes, como um investimento que trás retorno.

É claro que só vai daro devido retorno quando atingirmos a ponta da distribuição. Qualquer outro país da américa do Sul leva uma enorme vantagem sobre nós, isolados pela lingua. A Colômbia tem chamado atenção e o interesse de gigantes norte americanos e europeus, A Disney e MTV tem bases no país, a Fox já opera com a Fox-teleclombia, A Sony tem parceria com o bem sucedido produtor TELEST, A NBC telemundo já comprou grande parte do RTI.

Claro que esses canais tem seu interesse na programação e na maneira de disseminá-la, pensando na experiência brasileira , na PL 29/2007, por exemplo, que ainda tramita, tendo seu texto modificado constantemente, e que trata da obrigatoriedade em TVs à cabo e atinge também a internet quando o conteúdo acessado for pago, essa é uma maneira de criar distribuição para esse enorme contingente de conteúdo que não encontra espaço de disseminação no Brasil, e isso não tem nenhuma relação com a programação de TV aberta, desenhos e animações nacionais são comprados por países e canais no exterior e fazem enorme sucesso. Passam no Brasil e as pessoas desconhecem sua procedência, vantagem da animação que pode ser dublada.

Quando se falaem cotas por lei à TV paga, que até campanha já fez contra o projeto de lei, e que permanece em uma repetição sem fim de episódios de siticom e filmes, muitas pessoas se opoe, por que as distribuidoras de TV, que não são produtoras de conteúdo apenas redistribuem, tem bala na agulha para fazer campanhas milhionárias. É claro que se colocam contra por que quando compram produções estrangeiras, essas já saem de seu país pagas, e vem aqui para apenas lucro.

Enquanto isso, uma indústria milionária (por que não dizer bilionária) em um país que tem muito à dizer e a ganhar com isso, Nosso cinema té pouco tempo sofria preconceito dos espectadores, e em 2008 "meu nome não é johnny" bateu até Rambo nas bilheterias, está sendo sufocada na sua ponta de saída, a distribuição. Podemos dizer que hoje nossa produção audiovisual sofre do efeito funil, muito é feito, pouco é visto, e isso não tem nenhuma relação com a programação da TV aberta.

OBS: A PL 29 volta a ser apresentada na segunda quinzena de outubro.

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

Irará

An old Lady left her hometown 65 years ago and never came back. This documentary is about her life, important places and moments of her existence. Directed by her granddaughter, this movie is classified as “family movie”. After the death of the protagonist, the movie got stronger, keeping her individual memory in a universal way. In edition’s status, soon available for premier.